ONDE

23.03.2019

Essa tatuagem aconteceu no fim do ano passado no encontro com Ju Mayer.

Costumo deixar no blog conteúdos diversos e meu desejo de publicar esse trabalho aqui se deu pela relação deliciosa que tive com o resultado. 

 

Experimentei nessa tatuagem a união de elementos do meu estudo na tattoo: botânica, abstratos, texturas e minimalismo. 

Acredito ter encontrado na união desses elementos um complementar assimétrico e harmônico. 

 

Acredito em cada pedacinho desse projeto ainda que encontro dificuldade em expor em palavras o que sinto, como uma síntese gráfica do que vejo e sinto e do que tento traduzir em imagens. 

 

A haste da helicônia trás a elegância singela e firme unida a um complemento oposto da botânica sem linhas de contorno. 

 

O abstrato com a pincelada encontra fluidez e movimento e a sobreposição de texturas trás um orgânico vivo das cascas de arvore.

 

Por fim, a tatuagem atravesa os cortes anatômicos de Ju, fazendo da tattoo algo além de um enfeite sobre a pele. Conectando-a ao corpo e não cobre ou sobrepõem a pele, ela dança junto. 

 

Obrigada, Ju.

 

 

 

 

 

 

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